Dólar perde 2,6% na semana e fecha a R$ 1,708

O dólar comercial caiu pelo quinto dia seguido e fechou a semana cotado a R$ 1,708 para a venda. A desvalorização foi de 0,18% nesta sexta e 2,62% ao longo da semana. Durante a manhã, a moeda americana chegou a ser vendida por menos de R$ 1,70, o que não ocorria desde 1999.

O dia foi de muita oscilação no mercado brasileiro, apesar de não ter havido divulgação de indicadores econômicos relevantes nem no Brasil nem nos Estados Unidos.

O dólar operou em baixa durante toda a manhã e, desde o início da tarde, ficou instável, oscilando entre o nível positivo e o negativo.

Câmbio descola-se da Bolsa
Esta sexta-feira foi mais um dia em que o mercado de câmbio se descolou parcialmente das Bolsas de Valores e correspondeu ao ritmo da entrada da moeda no mercado nacional.

“O fluxo (diferença entre a entrada e a saía de dólares) é bastante positivo”, disse Vanderlei Arruda, gerente de câmbio da corretora Souza Barros.

“(A redução da queda do dólar) é, na verdade, a sensibilidade dos mercados ao cenário externo. Nos Estados Unidos, começaram a cair os papéis dos bancos e o investidor aproveitou para tirar os ganhos das últimas sessões”, afirmou o gerente se referindo a forte desvalorização da moeda nesta semana.

Tendência global
Segundo Mario Paiva, analista de câmbio da corretora Liquidez, a tendência de queda do dólar não é apenas interna mas sim, um fenômeno global.

“A quantidade de dólar no mundo é muito maior do que o mundo pode demandar, é uma queda mundial”, afirmou o analista, mas ressaltou que o Brasil passa por um bom momento. “Aqui nós estamos cada vez menos vulneráveis às crises externas, afinal o país agora é credor, o que atrai ainda mais dólar para cá”, disse Paiva se referindo ao recente anúncio do Banco Central, de que o país possui reservas internacionais capazes de pagar toda a dívida externa.

“A economia brasileira vem cada vez mais saudável e cada vez mais atraente para o capital estrangeiro”, afirmou Paiva, citando o alto diferencial entre a taxa de juro doméstica e as taxas externas, os preços das commodities, a privatização da Cesp, além dos crescentes rumores de que o Brasil pode atingir o rating “investiment grade” ainda neste ano como fatores que vêm pressionando a moeda estrangeira.

No meio da sessão, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólar no mercado à vista, definindo a taxa de corte a R$ 1,7080.

Dólar perde 2,6% na semana e fecha a R$ 1,708

O dólar comercial caiu pelo quinto dia seguido e fechou a semana cotado a R$ 1,708 para a venda. A desvalorização foi de 0,18% nesta sexta e 2,62% ao longo da semana. Durante a manhã, a moeda americana chegou a ser vendida por menos de R$ 1,70, o que não ocorria desde 1999.

O dia foi de muita oscilação no mercado brasileiro, apesar de não ter havido divulgação de indicadores econômicos relevantes nem no Brasil nem nos Estados Unidos.

O dólar operou em baixa durante toda a manhã e, desde o início da tarde, ficou instável, oscilando entre o nível positivo e o negativo.

Câmbio descola-se da Bolsa
Esta sexta-feira foi mais um dia em que o mercado de câmbio se descolou parcialmente das Bolsas de Valores e correspondeu ao ritmo da entrada da moeda no mercado nacional.

“O fluxo (diferença entre a entrada e a saía de dólares) é bastante positivo”, disse Vanderlei Arruda, gerente de câmbio da corretora Souza Barros.

“(A redução da queda do dólar) é, na verdade, a sensibilidade dos mercados ao cenário externo. Nos Estados Unidos, começaram a cair os papéis dos bancos e o investidor aproveitou para tirar os ganhos das últimas sessões”, afirmou o gerente se referindo a forte desvalorização da moeda nesta semana.

Tendência global
Segundo Mario Paiva, analista de câmbio da corretora Liquidez, a tendência de queda do dólar não é apenas interna mas sim, um fenômeno global.

“A quantidade de dólar no mundo é muito maior do que o mundo pode demandar, é uma queda mundial”, afirmou o analista, mas ressaltou que o Brasil passa por um bom momento. “Aqui nós estamos cada vez menos vulneráveis às crises externas, afinal o país agora é credor, o que atrai ainda mais dólar para cá”, disse Paiva se referindo ao recente anúncio do Banco Central, de que o país possui reservas internacionais capazes de pagar toda a dívida externa.

“A economia brasileira vem cada vez mais saudável e cada vez mais atraente para o capital estrangeiro”, afirmou Paiva, citando o alto diferencial entre a taxa de juro doméstica e as taxas externas, os preços das commodities, a privatização da Cesp, além dos crescentes rumores de que o Brasil pode atingir o rating “investiment grade” ainda neste ano como fatores que vêm pressionando a moeda estrangeira.

No meio da sessão, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólar no mercado à vista, definindo a taxa de corte a R$ 1,7080.

Sistema de informação

Sistema de Informação (em inglês, Information System) é a expressão utilizada para descrever um sistema automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado), ou mesmo manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar, processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário.Outras definições Além disso, o termo também é utilizado para descrever a área de conhecimento encarregada do estudo de Sistemas de Informação, Tecnologia da Informação e suas relações com as organizações. Neste contexto, esta disciplina é comumente classificada como uma Ciência Social Aplicada, ao contrário de sua disciplina correlata Ciência da Computação, considerada uma Ciência Exata.A área de conhecimento Sistemas de Informação é considerada pelos pesquisadores como uma área multi ou trans-disciplinar, devido às inter-relações com outras área de conhecimento, tais como Ciência da Computação, Administração, Gestão da Informação, Economia, Sociologia, Direito, Engenharia de Produção, Ciência da Informação e outras.Um terceiro uso para a expressão Sistemas de Informação refere-se a um curso de graduação cujo foco é o desenvolvimento e aplicação de Sistemas de Informação Computadorizados nas organizações. O conteúdo deste curso abrange aspectos técnicos, gerenciais e sociológicos, abrangendo, em linhas gerais, os conteúdos relevantes estudados na área de conhecimento Sistemas de Informação.As concepções mais modernas de Sistemas de Informação contemplam também os Sistemas de telecomunicações e/ou equipamentos relacionados; sistemas ou subsistemas interconectados que utilizam equipamentos na aquisição, armazenamento, manipulação, gestão, movimento, no controle, na exposição, na troca, no intercâmbio, na transmissão, ou na recepção da voz e/ou dos dados, e inclui o software e hardware utilizados. Em relação a esta última definição, é comum nos meios acadêmicos a utilização do termo Tecnologias da Informação e Comunicação (ICT - Information and Communication Technologies).Um Sistema de Informações pode ser então definido como todo sistema usado para prover informação (incluindo o seu processamento), qualquer que seja o uso feito dessa informação.Um sistema de informação possui vários elementos inter-relacionados que coletam (entrada), manipulam e armazenam (processo), disseminam (saída) os dados e informações e fornecem um mecanismo de feedback.

Rede de computadores

Uma rede de computadores consiste de 2 ou mais computadores e outros dispositivos ligados entre si e compartilhando dados, impressoras, trocando mensagens (e-mails), etc. Internet é um exemplo de Rede. Existem várias formas e recursos de vários equipamentos que podem ser interligados e compartilhados, mediante meios de acesso, protocolos e requisitos de segurança

Publicidade (comunicação)

A Publicidade é uma atividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, Propaganda comercial.Publicidade é também uma habilitação do curso de graduação em Comunicação Social.Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, veiculação e produção de peças publicitárias.Mas estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade. Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento. Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros

Marketing

Marketing tem muitas definições técnicas e até tentativas de tradução para o português como “Mercadologia” (RICHERS, 1986) ou “Mercância” (GRACIOSO, 1971). Seguem algumas consideradas mais significativas:

  • Marketing é uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado. (AMA - American Marketing Association - Nova definição de 2005).
  • Marketing é um processo social por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo de que necessitam e o que desejam com a criação, oferta e livre negociação de produtos e serviços de valor com outros (KOTLER e KELLER, 2006).
  • Marketing é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício (KOTLER e ARMSTRONG, 1999).
  • Marketing são as atividades sistemáticas de uma organização humana voltadas à busca e realização de trocas para com o seu meio ambiente, visando benefícios específicos (RICHERS, 1986).
  • Marketing é o conjunto de operações que envolvem a vida do produto, desde a planificação de sua produção até o momento em que é adquirido pelo consumidor (Dicionário Michaelis).
  • Marketing é o conjunto de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento, o lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor (Dicionário Novo Aurélio).
  • Marketing se observada de forma pragmática, a palavra assume sua tradução literal: Mercado. Pode-se, então, afirmar que Marketing é o estudo do mercado. É uma ferramenta administrativa que possibilita a observação de tendências e a criação de novas oportunidades de consumo visando a satisfação do cliente e respondendo aos objetivos financeiros e mercadológicos das empresas de produção ou prestação de serviços (FRAGA, Robson, 2006).

O conceito contemporâneo de Marketing engloba a construção de um satisfatório relacionamento a longo prazo do tipo ganha-ganha no qual indivíduos e grupos obtêm aquilo que desejam e necessitam. O marketing se originou para atender as necessidades de mercado, mas não está limitado aos bens de consumo. É também amplamente usado para “vender” idéias e programas sociais. Técnicas de marketing são aplicadas em todos os sistemas políticos e em muitos aspectos da vida.

Logística

A Logística é a área da gestão responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa.Entre as atividades da logística estão o transporte, movimentação de materiais, armazenamento, processamento de pedidos e gerenciamento de informações.Pela definição do Council of Logistics Management, “Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes“.Em resumo: “Logística é a arte de comprar, receber, armazenar, separar, expedir, transportar e entregar o produto/serviço certo, na hora certa, no lugar certo, ao menor custo possível”

Engenharia de produção

A Engenharia de Produção (também conhecida por Engenharia de Produção Industrial, Engenharia de Gestão Industrial ou Engenharia Industrial) dedica-se à concepção, melhoria e implementação de sistemas que envolvem pessoas, materiais, informações, equipamentos, energia e o ambiente. Ela é uma engenharia que está associada as engenharias tradicionais, porém, é a menos tecnológica na medida que é mais abrangente e genérica, englobando um conjunto maior de conhecimentos e habilidades, para que utilizando-se desse conhecimento especializado em matemática, física e ciências sociais, em conjunto com análise e projeto de engenharia, ela possa especificar, prever e avaliar os resultados obtidos por tais sistemas.De modo geral, a Engenharia de Produção, ao enfatizar as dimensões do produto e do sistema produtivo, encontra-se com as idéias de projetar produtos, viabilizar produtos, projetar sistemas produtivos, viabilizar sistemas produtivos, planejar a produção, produzir e distribuir produtos que a sociedade valoriza. Essas atividades, tratadas em profundidade e de forma integrada por esta engenharia, são de grande importância para a elevação da competitividade do país.

Engenharia de controle e automação

Engenharia de controle e automação PB ou Engenharia de controlo e automaçãoPE, é a área dentro da engenharia voltada ao controla de processos industriais utilizando-se para isso de elementos sensores, elementos atuadores, sistemas de controle, Sistemas de Supervisão e Aquisição de Dados e outros métodos que utilizem os recursos da eletrônica, da mecânica e da informática.A engenharia de controle se baseia na modelagem matemática de sistemas de diversas naturezas, analisando o seu comportamento dinâmico, e usando a teoria de controle para calcular os parâmetros de um controlador que faça o sistema evoluir da forma desejada.A Engenharia de Controle e Automação se concentra, acima de tudo, na automação, que nada mais é do que fazer um processo manual se tornar um processo semi-automático ou totalmente automático. A automação se dá por completa quando toda uma linha de produção funciona do começo ao fim sem a intervenção humana, agindo apenas pelo controle das próprias máquinas e controladores.

Direito

A palavra direito possui mais de um significado:

  • sistema de normas de conduta imposto por um conjunto de instituições para regular as relações sociais[1]: o que os juristas chamam de direito objetivo, a que os leigos se referem quando dizem “o direito proíbe a poligamia“. Neste sentido, equivale ao conceito de “ordem jurídica”. Este significado da palavra pode ter outras ramificações:
    • como o sistema ou conjunto de normas jurídicas de um determinado país ou jurisdição (”o direito português”); ou
    • como o conjunto de normas jurídicas de um determinado ramo do direito (”o direito penal“, “o direito de família“).
  • faculdade concedida a uma pessoa para mover a ordem jurídica a favor de seus interesses[2]: o que os juristas chamam de direitos subjetivos, a que os leigos se referem quando dizem “eu tenho o direito de falar o que eu quiser” ou “ele tinha direito àquelas terras”.
  • ramo das ciências sociais que estuda o sistema de normas que regulam as relações sociais: o que os juristas chamam de ciência do direito, a que os leigos se referem quando dizem “eu preciso estudar direito comercial para conseguir um bom emprego”.

Apesar da existência milenar do direito nas sociedades humanas e de sua estreita relação com a civilização[3] (costuma-se dizer que “onde está a sociedade, ali está o direito”), há um grande debate entre os filósofos do direito acerca do seu conceito e de sua natureza. Mas, qualquer que sejam estes últimos, o direito é essencial à vida em sociedade, ao definir direitos e obrigações entre as pessoas e ao resolver os conflitos de interesse. Seus efeitos sobre o cotidiano das pessoas vão desde uma simples corrida de táxi até a compra de um imóvel, desde uma eleição presidencial até a punição de um crime, dentre outros exemplos.O direito é tradicionalmente dividido em ramos, como o direito civil, direito penal, direito comercial, direito constitucional, direito administrativo e outros, cada um destes responsável por regular as relações interpessoais nos diversos aspectos da vida em sociedade.No mundo, cada Estado adota um direito próprio ao seu país, donde de fala em “direito brasileiro”, direito português”, “direito chinês” e outros. Aqueles “direitos nacionais” costumam ser reunidos pelos juristas em grandes grupos: os principais são o grupo dos direitos de origem romano-germânica (com base no antigo direito romano; o direito português e o direito brasileiro fazem parte deste grupo) e o grupo dos direitos de origem anglo-saxã (Common Law, como o inglês e o estadunidense), embora também haja grupos de direitos com base religiosa, dentre outras (ver Direito comparado). Há também direitos supranacionais, como o direito da União Européia. Por sua vez, o direito internacional regula as relações entre Estados no plano internacional.